Arquivo mensal: Junho 2026

E nós? Comentário para os esposos: Mateus 16,13-19

Leitura do Santo Evangelho segundo São Mateus 16,13-19

Ao chegar à região de Cesareia de Filipe, Jesus fez a seguinte pergunta aos seus discípulos: «Quem dizem os homens que é o Filho do Homem?» 

Eles responderam: «Uns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum dos profetas.» 

Perguntou-lhes de novo: «E vós, quem dizeis que Eu sou?» Tomando a palavra, Simão Pedro respondeu: «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo.»
Jesus disse-lhe em resposta: «És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu. Também Eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela. Dar-te-ei as chaves do Reino do Céu; tudo o que ligares na terra ficará ligado no Céu e tudo o que desligares na terra será desligado no Céu.»

E nós?  

No nosso casamento, vivemos muitas vezes deixando que a opinião, os critérios e os desejos dos outros, o “mundo”… sejam aqueles que governam a nossa vida. Mas Jesus olha-nos nos olhos e pergunta-nos: Quem sou Eu para o vosso casamento? Que experiência tendes de Mim na vossa vida familiar?

Ele deseja uma relação autêntica, que brote da verdade do nosso coração; quer que O acolhamos como o Messias, como o Filho de Deus que deu a Sua vida para nos salvar. Quer uma relação pessoal connosco e com a nossa família. Uma relação vivida na realidade concreta de cada dia – não numa teoria aprendida, mas numa proximidade verdadeira com um Deus que Se faz presente.

Quando acolhemos o Messias no nosso lar, estamos a colocar a pedra sobre a qual se apoiará a nossa Igreja doméstica, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Esta é a nossa esperança!

 

Transposição para a vida matrimonial

Pedro: Laura, trago no coração o desejo de entronizar o Sagrado Coração de Jesus na nossa casa antes do final do mês de junho, que é o Seu mês.

Laura: Mas Ele já está em nossa casa há tanto tempo… porque é que queres fazê-lo agora?

Pedro: No Evangelho de hoje interrogava-me: «Quem é Jesus para o nosso matrimónio? E para a nossa família?» E veio-me ao pensamento o Sagrado Coração que está no centro da nossa casa. É a Ele que, na oração, levamos as nossas inquietações; é a Ele que confiamos as nossas preocupações; é Ele quem nos acompanha nas nossas fraquezas.

Laura: É verdade. Habituámo-nos a olhar para Ele, a ver para além da imagem, a falar-Lhe com o coração, tanto nas coisas do dia-a-dia como nos momentos extraordinários…

Pedro: Será uma celebração: é Jesus vivo Aquele que colocámos no centro da nossa família. E quanto mudou a nossa vida!

 

Mãe,

Que o nosso coração permaneça unido ao Coração de Jesus.

Louvado seja Deus!

Perder a vida. Comentário para os esposos: Mateus 10, 37-42

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 10, 37-42

Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim. Quem não toma a sua cruz para Me seguir, não é digno de Mim.

Quem encontrar a sua vida há de perdê-la; e quem perder a sua vida por minha causa, há de encontrá-la. Quem vos recebe, a Mim recebe; e quem Me recebe, recebe Aquele que Me enviou. Quem recebe um profeta por ele ser profeta, receberá a recompensa de profeta; e quem recebe um justo por ele ser justo, receberá a recompensa de justo.

E se alguém der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes pequeninos, por ele ser meu discípulo, em verdade vos digo: Não perderá a sua recompensa».

Perder a vida.

Hoje o Senhor diz-nos: «Quem perder a sua vida por Minha causa, há de encontrá-la.»

Nós, como esposos, somos chamados a perder a vida por Cristo de um modo muito concreto. Como? Perdendo-a pelo nosso esposo, pela nossa esposa, como Cristo entregou a Sua vida por nós, para a nossa salvação. Assim devemos viver os esposos, unidos pelo sacramento do matrimónio: entregando a vida, perdendo-a pela salvação do nosso esposo. Até ao extremo.

Alguém poderá dizer: «Que difícil! Isso é impossível.»

E é verdade; sozinhos nada podemos fazer. Primeiro temos de O amar a Ele e, depois, pedir ao Senhor a graça de viver por Ele e n’Ele, para que, através do nosso sacramento, torne real essa entrega.

Viver da Eucaristia, viver do sacramento da Reconciliação. Viver perdendo a vida por Ele, e então Ele nos dará a verdadeira Vida.

Transposição para a vida matrimonial:

(O André e a Cati estão no seu momento de oração conjugal, depois de lerem este Evangelho.)

Cati: André, este Evangelho colocou uma pergunta no meu coração.

André: Sim? Qual?

Cati: Pergunto-me se estaria disposta a dar a vida pela fé, por amor a Cristo.

André: Essa é uma pergunta à qual não se pode responder de ânimo leve. Foi o Senhor quem a colocou no teu coração.

Cati: Pois é. Como dizes, não se pode responder de qualquer maneira. Mas penso que, quando o Senhor fala em dar a vida, não Se refere apenas à morte deste corpo, mas sobretudo à morte do meu amor-próprio, das minhas manias, dos meus critérios, e a gastar-me plenamente na vocação para a qual Ele me chamou.

André: Também penso que é assim. É gastando a vida por ti, pela tua salvação, que o Senhor nos recompensa todos os dias com essa Vida que nos promete.

Cati: Sim. Este momento de oração a dois é precisamente um momento de vida, em que entregamos os nossos corações e a nossa vida. E, ao entregar-me a ti, entrego-me a Ele.

André: Creio que é assim que Ele nos pede para dar a vida: por ti, pela salvação das almas dos nossos filhos, da nossa família, daqueles que nos rodeiam no dia a dia e até por aqueles que nem sequer conhecemos.

Cati: Assim seja! Vamos agora pedir ao Senhor que a nossa oração Lhe seja agradável e agradecer-Lhe todo o bem que realiza em nós.

André: Que o pouco que conseguimos oferecer, Ele o faça crescer. Louvado seja o Senhor!

Cati: Seja para sempre bendito e louvado!

Mãe,

Ajuda-nos a entregar a nossa vida ao Senhor através daqueles que nos rodeiam, especialmente do nosso esposo, por meio dos pequenos gestos de cada dia. Louvado seja para sempre o Senhor!


Diante de terreno sagrado. Comentário para os esposos – Mt 8, 5-17

Evangelho do dia

Leitura do Santo Evangelho segundo São Mateus 8, 517

Naquele tempo, ao entrar Jesus em Cafarnaum, aproximou-se d’Ele um centurião, que Lhe suplicou, dizendo: «Senhor, o meu servo jaz em casa paralítico e sofre horrivelmente».
Disse-lhe Jesus: «Eu irei curá-lo». Mas o centurião respondeu-Lhe: «Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa; mas diz uma só palavra e o meu servo ficará curado. Porque eu, que não passo dum subalterno, tenho soldados sob as minhas ordens: digo a um ‘Vai!’ e ele vai; a outro ‘Vem!’ e ele vem; e ao meu servo ‘Faz isto!’ e ele faz». Ao ouvi-lo, Jesus ficou admirado e disse àqueles que O seguiam: «Em verdade vos digo: Não encontrei ninguém em Israel com tão grande fé. Por isso vos digo: Do Oriente e do Ocidente virão muitos sentar-se à mesa, com Abraão, Isaac e Jacob, no reino dos Céus, ao passo que os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores, onde haverá choro e ranger de dentes». Depois Jesus disse ao centurião: «Vai para casa. Seja feito conforme acreditaste». E naquela hora, o servo ficou curado. Quando Jesus entrou na casa de Pedro, viu que a sogra dele estava de cama com febre. Tocou-lhe na mão e a febre deixou-a; ela então levantou-se e começou a servi-los. Ao cair da tarde, trouxeram-Lhe muitos possessos. Jesus expulsou os espíritos com uma palavra e curou todos os doentes. Assim se cumpria o que o profeta Isaías anunciara, dizendo: «Tomou sobre si as nossas enfermidades e suportou as nossas doenças».

Diante de terreno sagrado.

Neste Evangelho, a fé humilde do centurião oferece-nos uma luz muito valiosa para a vida conjugal. Quando diz: «Senhor, não sou digno de que entres em minha casa», reconhece com humildade a grandeza de Quem tem diante de si. Também os esposos são chamados a descobrir que o cônjuge é um mistério santo, uma terra sagrada habitada por Deus, e hoje podemos dizer ao nosso cônjuge: «Não sou digno de entrar no teu terreno sagrado». É tão importante, antes de julgar ou exigir, “descalçarmo-nos” diante do nosso cônjuge, porque estamos em terreno sagrado, diante de um filho de Deus, templo do Espírito Santo. Podemos imaginar hoje Jesus admirado quando, entre os esposos, nos contemplamos com reverência, quando respeitamos os tempos e as fragilidades, reconhecendo que Deus habita no outro. Hoje, esposos, convido-vos a que na oração meditemos: entro na vida do meu cônjuge com respeito e veneração? Descalço-me diante do mistério que Deus colocou nele? Reconheço que estou diante de um templo vivo do Espírito Santo?

Transposição para a vida matrimonial:

Marta: Francisco, ultimamente tenho-te sentido diferente… tens chegado muito tarde do trabalho porque estás com a tua colega, e isso está a deixar-me insegura.
Francisco: Diferente? A sério que não… é apenas uma colega de trabalho. Temos falado mais porque está a passar por um momento complicado.
Marta: Claro… “apenas uma colega”. Mas no fim és tu quem está sempre lá para ela, e eu fico um pouco de lado.
Francisco: Não é justo que penses isso de mim… realmente não está a acontecer o que imaginas.
Marta: Desculpa, Francisco… percebo que te estou a julgar, em vez de valorizar também o que estás a fazer para a ajudar.
Francisco: Marta, magoou-me o que disseste… senti que não confias em mim e tiraste conclusões sem me ouvires.
Marta: Francisco, tens razão. Em vez de te perguntar com calma e ouvir-te de verdade, construí uma história na minha cabeça e julguei-te… e isso não é justo para ti.
Francisco: Marta, obrigado por o reconheceres… porque sentia-me bastante incompreendido. Eu, da próxima vez, comprometo-me a contar-te antes o que se passa, para evitar em ti dúvidas ou pensamentos desnecessários. Queres que te explique tranquilamente o que está a acontecer?
Marta: Sim… gostava de te ouvir bem desta vez, sem interromper nem interpretar.
Francisco: Ela está a passar um momento difícil com o marido e pediu-me apoio porque sabe que nós acompanhamos casais em dificuldade.
Marta: Francisco, obrigado por me explicares… agora entendo melhor. E se achas que pode ajudar, podíamos marcar um dia para os quatro e partilhar com eles o nosso testemunho.
Francisco: Parece-me uma boa ideia… acho que lhes faria muito bem.
Marta: Obrigada pela tua entrega e por seres luz para quem precisa… e também para mim.

Mãe,

Ensina-nos a olhar para o nosso cônjuge com os teus olhos, reconhecendo nele o terreno sagrado onde habita Deus. Bendito e louvado sejas para sempre, Senhor.

Tesouro escondido. Comentario para os Esposos: Mt 13, 44-52

Evangelho do dia: 

Leitura do Evangelho segundo São Mateus (Mt 13, 44-52)

Naquele tempo, disse Jesus à multidão:

«O Reino do Céu é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem encontra. Volta a escondê-lo e, cheio de alegria, vai, vende tudo o que possui e compra o campo.

O Reino do Céu é também semelhante a um negociante que busca boas pérolas. Tendo encontrado uma pérola de grande valor, vende tudo quanto possui e compra a pérola.
O Reino do Céu é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar, apanha toda a espécie de peixes. Logo que ela se enche, os pescadores puxam-na para a praia, sentam-se e escolhem os bons para as canastras e os ruins deitam-nos fora. 

Assim será no fim do mundo: sairão os anjos e separarão os maus do meio dos justos, para os lançarem na fornalha ardente: ali haverá choro e ranger de dentes.

Compreendestes tudo isto?» 

«Sim» – responderam eles. Jesus disse-lhes, então: «Por isso, todo o doutor da Lei instruído acerca do Reino do Céu é semelhante a um pai de família, que tira coisas novas e velhas do seu tesouro.».

 

Tesouro escondido.

Hoje, Jesus diz-nos que o reino dos céus se assemelha a um tesouro escondido num campo.

E, noutras ocasiões, a Sua Palavra anuncia-nos que posso viver o reino dos céus hoje, agora, neste momento, nas minhas circunstâncias, na minha realidade.

E a boa nova que São João Paulo nos revela é, que o amor encarnado para com o meu marido é o que me ajuda a viver, aqui e agora, o Céu. Porque é o meu marido quem me tira do meu amor-próprio desordenado, do meu orgulho, do meu egoísmo… Que grande notícia poder-mos  viver aqui e agora o céu! E que grande notícia saber que o meu marido é o meio que Deus escolheu para isso.

O meu casamento é esse tesouro que, se o descobrir, não me cansarei de lutar por ele!!

Hoje, Jesus interpela-nos e faz-nos perguntar: E tu, já descobriste o teu tesouro?

 

Transposição para a vida matrimonial:

Margarida, na direção espiritual: Padre, não compreendo, rezo o Rosário e vou à Eucaristia, mas discuto imenso com o Carlos. Discutimos sobre a educação dos filhos, sobre como fazer as tarefas domésticas… Enfim…

Padre João: Sim, Margarida, o Senhor já o disse: a porta é estreita. Mas, com o Carlos, é aí que o Senhor te dá a oportunidade de te desprenderes do teu amor-próprio desordenado, do teu orgulho…

Margarida: Padre, mas não acho que seja bom tirar o nosso filho Xavier do futebol.

Padre João: Vês? Lá estás tu outra vez a querer impor o teu critério. Porque é que não rezam juntos e depois fazem um discernimento para ver o que é melhor para o vosso filho Xavier?

Margarida: Sim, é verdade que este é o meu critério. Quantas vezes caio na mesma armadilha, padre!

Padre João: Fica tranquila, Margarida, a luta contra nós próprios está sempre presente; o importante é trazê-la à luz para que Deus a possa iluminar e seja Ele a agir, e não nós.

Margarida: Ámen.

 

Mãe,

Mãe do Céu, acompanha-nos sempre para que possamos chegar ao Teu Filho no nosso casamento. Louvado seja o Senhor!

Estou a ouvir-Te, Senhor. Comentario para os Esposos: Lc 1, 57-66

Evangelho do dia

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas 1, 57-66

Naquele tempo, chegou o dia em que Isabel devia dar à luz e teve um filho. Os seus vizinhos e parentes, sabendo que o Senhor manifestara nela a sua misericórdia, rejubilaram com ela. Ao oitavo dia, foram circuncidar o menino e queriam dar-lhe o nome do pai, Zacarias. Mas, tomando a palavra, a mãe disse: «Não; há-de chamar-se João.»  Disseram-lhe: «Não há ninguém na tua família que tenha esse nome.»  Então, por sinais, perguntaram ao pai como queria que ele se chamasse. Pedindo uma placa, o pai escreveu: «O seu nome é João.» E todos se admiraram. Imediatamente a sua boca abriu-se, a língua desprendeu-se-lhe e começou a falar, bendizendo a Deus. O temor apoderou-se de todos os seus vizinhos, e por toda a montanha da Judeia se divulgaram aqueles factos. Quantos os ouviam retinham-nos na memória e diziam para si próprios: «Quem virá a ser este menino?» Na verdade, a mão do Senhor estava com ele. Entretanto, o menino crescia, o seu espírito robustecia-se, e vivia em lugares desertos, até ao dia da sua apresentação a Israel..

 

Estou a ouvir-Te, Senhor.

Meu querido Jesus, muito obrigado pelo Teu primo, o Teu precursor, de quem disseste: «Não nasceu de mulher ninguém maior do que João Batista». Quanta luz nos dás quando rezamos a vida dos santos!

João disse que era necessário que ele diminuísse para que Tu crescesses. Se não nos formos tornando cada dia mais pequenos, sabendo que nada somos sem Ti, morrendo ao nosso «eu» desordenado, ao nosso amor-próprio, Tu não podes crescer no nosso coração, habitar nele.

João foi para o deserto em busca do silêncio. Só no silêncio Te podemos ouvir Senhor. Precisamos de Te ouvir para Te conhecer e para nos conhecermos a nós próprios.

João convidava ao arrependimento. Preciso de reconhecer o meu pecado, a minha fraqueza, para que Tu possas realizar a Tua obra em mim.

João levava uma vida de mortificação. A mortificação é necessária para purificar o meu coração, para me libertar dos meus apegos, para que o espírito possa guiar a minha vida e não seja a sensualidade do corpo a dirigi-la.

E João era consciente da indissolubilidade do matrimónio. Tanto que deu a sua vida para defender o matrimónio, sem hesitar em acusar o próprio rei por estar com uma mulher que não era a sua esposa.

São João, intercede por nós. Muito obrigado, Senhor.

 

Transposição para a vida matrimonial 

Estrela: João, queres outra cerveja?

João: Não, muito obrigado.

Estrela: A sério? Que estranho! E porquê?

João: Uma já chega, obrigado. Não dava qualquer importância àquela história da mortificação, parecia-me uma tolice. E estou a perceber que, se não me for libertando dessas pequenas escravidões que tinha, por mais pequenas que me parecessem e as justificasse, as batalhas maiores tornam-se mais difíceis de vencer.

Percebi que estas pequenas renúncias feitas por amor ao Senhor me ajudam a ter o coração mais atento e a ter o Senhor mais presente.

Estrela: Aah, já percebi! Tinha notado que, ultimamente, já não te irritavas com aquelas coisas que antes te deixavam nervoso e não estava a perceber porquê. Como o Senhor é grande!

João: Sim. Ele vai-me dando tanta luz na oração. No silêncio, vou descobrindo o Seu amor infinito. Quero amar como Ele. E percebi que tenho de ir purificando o meu coração com pequenas coisas, descobrindo e livrando-me de apegos para que Ele possa reinar no meu coração. E nem imaginas a paz que sinto, que alegria! É infinitamente melhor do que aquela cervejinha! 

Estrella: És tão querido! Por favor, ajuda-me a perseverar também.

 

Mãe,

Por favor, ensina-me a ouvir sempre o Teu Filho e a dar ouvidos à minha AA. A negar-me a mim mesmo, a abraçar a cruz de cada dia e a segui-Lo. Bendito e louvado seja Deus!