Arquivo mensal: Junho 2026

Ser luz. Comentário para os esposos: Mateus 5, 16-25

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 5, 16-25
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Vós sois o sal da terra. Mas se ele perder a força, com que há de salgar-se? Não serve para nada, senão para ser lançado fora e pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem se acende uma lâmpada para a colocar debaixo do alqueire, mas sobre o candelabro, onde brilha para todos os que estão em casa. Assim deve brilhar a vossa luz diante dos homens, para que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus».

Ser luz.
Hoje em dia vivemos num mundo cheio de contradições, onde todos queremos mostrar a beleza humana, mas temos vergonha de mostrar a beleza interior. Não nos importamos de despir o nosso corpo, mas, no entanto, somos incapazes de revelar uma pequena parte da nossa alma.
Estas palavras de Jesus convidam-nos a fazer exactamente o contrário: dar glória a Deus, tornando visível o Seu Amor através dos nossos pequenos gestos ou acções da vida quotidiana, sendo luz… e que melhor forma de ser luz do que mostrar a beleza e a grandeza do nosso casamento? Não é necessário fazer nada de extraordinário, basta o nosso pequeno testemunho diário e pequenas demonstrações de carinho: andar de mãos dadas pela rua, um olhar apaixonado, um abraço, um beijo… falar de «matrimónio» quando se trata de um sacramento e não de «casal»; todos estes pequenos actos dão glória a Deus porque vão enchendo este mundo de luz.

Transposição para a vida Matrimonial 
(António, enquanto faz compras na frutaria).
António: Bom dia! Pode servir-me ¼ de quilo de morangos? Mas escolha os melhores e os mais bonitos!
Vendedora: Claro, estes chegaram esta manhã  e têm óptimo aspecto. São para comer hoje?
António: Sim, tenho de preparar uma sobremesa para a minha mulher, por isso têm de ser mesmo os melhores. É que a Leonor adora morangos e quero fazer-lhe uma surpresa.
Vendedora: É um prazer ver um marido preocupar-se tanto com a sua esposa. Hoje em dia isso já não é muito comum.
António: É o que tento fazer… A minha mulher é um presente de Deus, o que tenho de melhor, e é por isso que tomo tanto conta dela!
Vendedora: Sabe, pensando bem, o senhor tem toda a razão. Esta noite também vou preparar uma coisa especial para o meu marido ao jantar. Já há muito tempo que não lhe faço nenhum gesto especial.
Mãe,

Que possamos ser um testemunho de luz neste mundo de trevas.
Glória a Deus!


A lógica de Deus. Comentário para os esposos: Mateus 5, 1 – 12

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 5, 1 – 12

Naquele tempo, ao ver as multidão, Jesus subiu ao monte e sentou-Se. Rodearam-n’O os discípulos e Ele começou a ensiná-los, dizendo: «Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus. Bem-aventurados os humildes, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o reino dos Céus. Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós. Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa. Assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós».
Palavra da salvação.

A lógica de Deus

Através das bem-aventuranças, vemos quão diferente é a lógica humana da lógica de Deus. Jesus apresenta-nos um conjunto de atitudes que nos ensinam a amar verdadeiramente, tornando-nos felizes aqui na Terra e plenamente bem-aventurados no Céu.

Na vida de um casal, estas palavras adquirem uma profundidade muito concreta:

Convida-nos a ser «pobres em espírito»: a viver na humildade e não na autossuficiência, reconhecendo que precisamos um do outro e que ambos precisamos de Deus.

Ensina-nos que seremos consolados se, no casamento, vivermos as feridas, desilusões, doenças, preocupações e cansaços com Amor e por Amor.

Chama-nos também à mansidão, que se vive quando amo e renuncio a impor-me, quando procuro a comunhão antes de querer ganhar uma discussão.

Mostra-nos que seremos saciados de Amor se tivermos fome de amar cada vez mais e melhor o nosso marido ou mulher, procurando amá-lo como Deus o ama.

Fala-nos da necessidade de sermos «misericordiosos», perdoando uma e outra vez, do mesmo modo que Deus nos perdoa.

Convida-nos a ser «puros de coração», e isso acontece quando olhamos para o nosso cônjuge com amor verdadeiro, sem manipulação, sem segundas intenções, sem guardar ressentimentos, valorizando todos os dias o dom que Deus nos confiou.

Indica-nos qual é o caminho a seguir como filhos de Deus: «trabalhar pela paz», a paz do lar e da família, que se constrói com cada gesto de reconciliação, cada palavra amável e cada ato silencioso de serviço.

Além disso, adverte-nos de que seremos «perseguidos por causa da justiça» quando procuramos viver a Verdade sem nos deixarmos enganar pelos critérios do mundo: sendo fiéis à indissolubilidade do casamento, apesar do que nos rodeia, abertos à vida e defensores da doutrina da Igreja.

As bem-aventuranças mostram-nos o caminho do Amor. Aproveitemos a viagem do Papa a Espanha para refletirmos profundamente sobre esta lógica de Deus.

 

Transposição para a vida matrimonial

Teresa: Joaquim, as bem-aventuranças fazem-me pensar que a felicidade do nosso casamento não chegará quando deixarmos de ter problemas ou dificuldades. Ela já está nas nossas mãos, se vivermos tudo isto apoiando-nos mutuamente na descoberta e no amor à Vontade de Deus.

Joaquim: Tens razão. Às vezes apetece-me fugir de tudo isto, por sermos perseguidos por defendermos a verdade do casamento e da família. Mas, graças a Deus, o Senhor semeou no nosso coração essa fome e sede de defender a justiça divina. Hoje, ao rezar, percebi que Ele precisa de nós, e que Ele cuidará de nós e disporá o que for melhor para o nosso bem.

Teresa: Exatamente. Vivamo-lo, então, com muita paz e mansidão.

Joaquim: E com um bom jantar! Porque, falando em fome, lembrei-me de que hoje ainda não comeste e o teu corpo está a pedir justiça…

Teresa: Ahahah

 

Mãe,

ensina-nos a viver as bem-aventuranças no nosso casamento e dá-nos um coração humilde para reconhecermos que precisamos de Deus.

Bendito seja Deus.


Comida lixo. Comentário para os esposos: João 6, 51-58

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João 6, 51-58

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Eu sou o pão vivo descido do Céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que Eu hei de dar é a Minha Carne, que Eu darei pela vida do mundo».

Os judeus discutiam entre si: «Como pode Ele dar-nos a Sua Carne a comer?».

Jesus disse-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a Carne do Filho do Homem e não beberdes o Seu Sangue, não tereis a vida em vós. Quem come a Minha Carne e bebe o Meu Sangue tem a vida eterna, e Eu o ressuscitarei no último dia. A Minha Carne é verdadeira comida e o Meu Sangue é verdadeira bebida. Quem come a Minha Carne e bebe o Meu Sangue permanece em Mim, e Eu nele. Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e Eu vivo pelo Pai, também aquele que Me come viverá por Mim. Este é o pão que desceu do Céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram, e morreram; quem comer deste pão viverá eternamente».

Comida lixo

De que deus me alimento? Do trabalho, do dinheiro, da imagem, das redes sociais… do meu esposo/a quando procuro controlá-lo/a e exigir-lhe reconhecimento… Vivemos de grandes banquetes para calar uma voz, aliviar uma dor, enterrar um medo… e depois, movidos pelo remorso, enfrentar o “grande jejum”. E tudo recomeça.

Proponho-te algo diferente: a dieta de Cristo. Alimenta-te d’Ele começando pelas pequenas coisas, deixando-Lhe espaço para que te vá nutrindo: ao fim de semana, três episódios da tua série favorita em vez de quatro. Todos os dias, um gesto de entrega ao teu esposo/a sem esperar recompensa. Faz jejum de ter razão, do sarcasmo, da maledicência, do mexerico… Não se trata de fazer grandes jejuns. Trata-se de nos alimentarmos melhor: do que é bom, verdadeiro e belo. O resto, pouco a pouco, passarás a considerá-lo lixo.

Transposição para a vida matrimonial

João olhava para a sua vida e via uma rotina angustiante. Todos os dias, depois do trabalho, era sempre a mesma coisa: jantar rápido, um par de episódios de uma série, telemóvel na cama e dormir. Maria, a sua esposa, costumava dizer-lhe que o sentia distante, mas ele achava aquilo exagerado. «Estou aqui, não estou?», pensava.

Estava prestes a pôr mais um episódio quando ficou a olhar para o comando durante alguns segundos. A última catequese de São João Paulo II sobre o Amor divino entre os esposos, no último encontro de casais do Projeto Amor Conjugal, tinha-o tocado profundamente.

Estava verdadeiramente cansado. Cansado de se sentir sempre sobrecarregado e vazio ao mesmo tempo. E não via Deus em lado nenhum.

Por isso, desligou a televisão. E, em silêncio, rezou de coração. Não para se justificar nem para exigir nada a Deus, mas para Lhe mostrar a sua desordem interior e deixar que fosse Ele a tomar a iniciativa. No início, o silêncio incomodou-o imenso.

Nessa noite não disse nada. Mas, no dia seguinte, voltou a desligar a televisão um pouco mais cedo. Noutro dia, deixou o telemóvel fora do quarto. Noutro ainda, decidiu escutar Maria sem se defender imediatamente.

Eram coisas pequenas. Quase ridículas.

Mas naquele espaço começou a surgir uma paz diferente. Não porque os problemas tivessem desaparecido, mas porque já não precisava de encher tudo de ruído para não escutar o seu próprio coração. E, a partir daí, começou também a olhar para Maria de outra forma: menos como alguém que lhe exigia coisas e mais como alguém que partilhava com ele a mesma pobreza.

Sem se aperceber, Cristo tinha começado a entrar pela abertura que ele Lhe deixara. No silêncio, através da oração, que frutificava em pequenos gestos capazes de impregnar a sua vida de sentido e de eternidade.

Mãe,

Alimenta-nos do Teu Filho. Seja para sempre bendito e louvado Aquele que, com o Seu Sangue, nos redimiu.


Filho de Deus. Comentário para os esposos: Marcos 12, 35-37

Evangelho do Dia

Leitura do Evangelho Segundo S. Marcos 12, 35-37

Naquele tempo, Jesus ensinava no templo, dizendo: «Como podem os escribas dizer que o Messias é filho de David? O próprio David afirmou, sob a ação do Espírito Santo: ‘Disse o Senhor ao meu Senhor: Senta-Te à minha direita, até que Eu faça dos teus inimigos escabelo dos meus pés’.
O próprio David Lhe chama ‘Senhor’. Como pode ser seu filho?». E a numerosa multidão escutava com prazer o que Jesus dizia.

 

Filho de Deus

Jesus supera as nossas expectativas, mesmo para aqueles que esperavam um Messias libertador do poder romano. É muito mais do que isso. Será que continuamos a ver Jesus como um «solucionador de problemas»? Devemos reconhecer que Ele é muito mais: é o Filho de Deus, que veio para nos redimir e mostrar-nos o caminho para chegar ao Céu: a entrega e a doação, até à última gota de sangue e sem esperar nada em troca. E como poderei retribuir tanto amor derramado? Amando a minha mulher/ o meu marido, os meus filhos, a minha família, os meus colegas de trabalho… como Ele me ama, especialmente quando menos o merecem.

 

Transposição para a vida matrimonial:

(Ao regressar de uma peregrinação)

Filipa: Que dias maravilhosos passámos, com o nosso grupo de casais, tão perto do Senhor. Foi uma bênção.

Miguel: Sem dúvida! E agora que estamos a chegar a casa, acho que devemos entregar a nossa família nas mãos da Virgem. Que saibamos transmitir-lhes tudo o que o Espírito Santo derramou nos nossos corações. Foi uma abundância extraordinária.

Filipa: Que bênção! Tens toda a razão, estou ansiosa por chegar a casa para poder transmitir todo o fogo que tenho dentro de mim ao resto da família

Miguel: Mas já sabemos, por outras vezes, que assim que chegarmos a casa vão começar a chover-nos tentações de todo o tipo.

Filipa: Ufa! Lembro-me da última vez. A pequena com gastroenterite, o Raúl com todos os trabalhos de casa por fazer e a Maria que passou o fim de semana todo colada ao telemóvel…

Miguel: E a minha mãe a contar tudo o que tinha acontecido. Não parava de nos dizer: «É aqui com os vossos filhos que deviam estar, e não o dia todo a rezar!»

Filipa: Bem, se te parece bem, vamos rezar o Rosário, pedindo por cada um deles. Que o Espírito Santo nos ilumine e que saibamos dar a cada um o que precisa.

Miguel: Parece-me um plano fantástico, agarremo-nos firmemente à Sua mão; com Ela ao nosso lado, não temos nada a temer. Rezemos também por todos os jovens e crianças que nestes dias estão a fazer exames, e pelas suas famílias e professores.

Filipa: Ámen!

 

Mãe:

Que saibamos dar graças ao Senhor por cada dom que Ele nos concedeu, e que saibamos responder, na nossa vocação, a cada um deles. Bendito e louvado seja o Senhor, nosso Deus, no Santíssimo Sacramento do altar!


Levantai o olhar.Comentário para os esposos: Marcos 12, 18-27

Leitura do Evangelho segundo São Marcos 12, 18-27

Naquele tempo, foram ter com Jesus alguns saduceus – que afirmam não haver ressurreição – e perguntaram-lhe: «Mestre, Moisés deixou-nos escrito: ‘Se morrer a alguém um irmão, que deixe esposa sem filhos, esse homem deve casar-se com a viúva, para dar descendência a seu irmão’. Ora havia sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem deixar descendência. O segundo casou com a viúva e também morreu sem deixar descendência. O mesmo sucedeu ao terceiro. E nenhum dos sete deixou descendência. Por fim morreu também a mulher. Na ressurreição, quando voltarem à vida, de qual deles será ela esposa? Porque todos os sete se casaram com ela». Disse-lhes Jesus: «Não andareis vós enganados, ignorando as Escrituras e o poder de Deus? Na verdade, quando ressuscitarem dos mortos, nem eles se casam, nem elas são dadas em casamento; mas serão como os Anjos nos Céus. Quanto à ressurreição dos mortos, não lestes no Livro de Moisés, no episódio da sarça ardente, como Deus disse: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob’? Ele não é Deus de mortos, mas de vivos. Vós andais muito enganados».

Levantai o olhar

ai o olhar Os saduceus apresentam a Jesus uma situação um pouco rebuscada para ridicularizar a ressurreição, tentando compreender a vida eterna com esquemas e categorias deste mundo. E isso acontece-nos muitas vezes. Talvez vivamos olhando demasiado para o chão, interpretando a vida a partir da nossa visão limitada, dos nossos critérios, presos a preocupações e certezas, esquecendo-nos muitas vezes de levantar o olhar e apontar para a meta. Hoje, o Senhor recorda-nos que fomos criados para a Vida eterna. Que bonito descobrir que o nosso matrimónio é um caminho para chegar ao céu, que Deus se serve do amor do meu/minha marido/mulher e também das suas limitações para alargar o nosso coração e conduzir-nos a Ele. Mas chegará um dia em que já não precisaremos de sinais nem de mediações, porque estaremos a ver o Rosto de Deus.
Senhor, hoje, na nossa oração, queremos despertar o desejo do céu, sonhá-lo, imaginá-lo, ansiar por aquele momento em que nos ajoelharemos para Te contemplar face a face e poderemos abraçar-Te, beijar as feridas que nos salvaram e louvar-Te eternamente. Então, derretidos de amor, compreenderemos que cada renúncia, cada cruz e cada ato de entrega nos estavam a preparar para esse abraço eterno. Esposos, levantai o olhar! «O que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram e ao coração do homem não alcançou, é o que Deus preparou para aqueles que O amam» (1 Cor 2,9).
O Papa Leão XIV visitará Espanha dentro de poucos dias, e o hino oficial da sua viagem ajuda-nos hoje a rezar: «Não fomos feitos para olhar para o chão… criaste-nos para olhar para o céu» «Levanto o olhar, os meus olhos em Jesus. Levanto o olhar, fixo na cruz». Bem-vindo, Santo Padre!

Transposição para a vida matrimonial

Marta: O médico disse que o tratamento vai ser longo…
Xavier: Não imaginava a nossa vida assim. Tudo mudou de repente: os nossos planos, as nossas expectativas… Não compreendo por que razão o Senhor permite esta situação precisamente agora.
Marta: Muitas vezes sinto que me estou a tornar um fardo para ti. Mas, Xavi, hoje pensei numa coisa… Imagina o dia em que estivermos juntos diante de Deus, face a face com Ele.
Xavier: impressionante!
Marta: Sim… e eu pensava… achas que, nessa altura, todo este peso que sentimos agora será assim tão importante?
Xavier: Bem… claramente que não.
Marta: Claro, o importante será o quanto amámos, o quanto confiamos, o quanto nos ajudámos mutuamente para chegar até Ele. Esta doença, tal como tantos outros problemas, será irrelevante. Terá sido um meio para nos purificarmos e aproximarmos um pouco mais de Deus.
Xavier: como tudo parece diferente quando pensamos no Céu!
Marta: Então, por que vivemos tantas vezes a olhar para o chão? Erguamos o olhar e caminhemos juntos em direção à meta para a qual fomos criados!

Mãe,

Porta do Céu, desperta no nosso coração o desejo da Vida eterna e ajuda-nos a procurar Deus juntos, para que um dia, pela Sua misericórdia, possamos contemplar face a face o Rosto de Jesus e ficar unidos para sempre a Ele.