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Parte do plano. Comentário para os esposos: Lucas 12, 1-7

Jesus alerta-nos. Comentario para os Esposos: Lucas 11, 47-54
Quando saiu dali, os doutores da Lei e os fariseus começaram a pressioná-lo fortemente com perguntas e a fazê-lo falar sobre muitos assuntos, armando-lhe ciladas e procurando apanhar-lhe alguma palavra para o acusarem.
Jesus alerta-nos
Hoje, Jesus, porque nos ama, alerta-nos:“Sim, digo-vos: serão pedidas contas a esta geração.”
Ai de vós que não entrais e impedis que outros entrem!Hoje é dia de me examinar:
O que há no meu coração e no meu comportamento que me impede de entrar no Reino dos Céus, de viver em graça?
O que dificulta ou impede que o meu marido/a minha mulher e os meus filhos possam entrar?
Talvez seja o meu desejo de dominar e de ter sempre razão, os meus acessos de ira, a minha falta de consideração e os modos rudes.
Talvez seja o meu carácter, que em vez de acolher e animar, provoca desânimo e tristeza.
Obrigado, Senhor, por me despertares!
Bendito sejas, quanto me amas!
Transposição para a vida Matrimonial
(À noite, em oração conjugal)
Jorge: Carmen, perdoa-me. Hoje estive insuportável, mal-humorado, a saltar à mínima. Passei o dia inteiro a remoer a “porcariazinha” que carrego no coração. E o que mais me dói é ter provocado que tu também ficasses em baixo.
Carmen: Jorge, sim, foi um dia difícil. E eu, em vez de te acolher na tua fragilidade, juntei a minha. Magoámo-nos e ferimos também o Senhor.
Jorge: Quero ajudar-te a viver aqui um vislumbre do Céu, nós dois unidos ao Senhor. Como anseio essa intimidade dos três!
Carmen: Que maravilha é o nosso sacramento do matrimónio. Como Jesus nos resgata, vezes sem conta.
Jorge: Amanhã vou pedir perdão aos nossos filhos, porque hoje exasperei-os.
Carmen: Meu querido marido, tens um coração precioso.
Mãe,
Comigo proclama a minha alma a grandeza do Senhor, alegra-se o meu espírito em Deus, meu Salvador. Louvado seja o Senhor!

Partilhando o jugo. Comentario para os Esposos: Mateus 11, 25-30
Evangelho do dia
Leitura do Evangelho segundo São Mateus 11, 25-30
Naquele tempo, Jesus tomou a palavra e disse: «Bendigo-te, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque isso foi do teu agrado.
Tudo me foi entregue por meu Pai; e ninguém conhece o Filho senão o Pai, como ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.»
Partilhando o jugo.
Obrigado, Senhor, pelas tuas palavras Revelaste estas coisas aos mais pequenos? Claro, ao pensar que sei como é a vida, só me escuto a mim e não te escuto a ti. Senhor, eu não sei mesmo nada, quero ouvir-te.
Estou cansado e sobrecarregado? Muitas vezes. Então o que é que devo fazer? Mais uma vez, não podias ser mais claro. Devo ir ter ao Teu encontro, que Tu aliviar-me-ás. E tomar sobre mim o teu jugo? Claro que, quando tento carregar tudo sozinho, o fardo é demasiado pesado. Mas se eu tomar sobre mim o Teu jugo, Tu o carregas comigo. Se eu tomar o jugo contigo e com o meu “cônjuge” (co-jugo, partilhar o jugo), o fardo será leve, porque os dois estaremos unidos e unidos a ti.
E que mais? Na mansidão e na humildade. Sabendo que eu não sei nada, que Tu tudo sabes, que Tu tudo podes. Que o meu inimigo é o meu amor-próprio. Que o antídoto é o amor por Ti e pelo meu “esposo” acima de todas as coisas. Não fazer a minha vontade, mas a Tua vontade, a sua vontade.
Obrigado, Senhor. Eu ouço-Te e, com a Tua ajuda, o com o meu “cônjuge” vou à luta.
Transposição para a Vida Matrimonial
Teresa: Carlos, não aguento mais, estou exausta, tenho de fazer tudo sozinha!
Carlos: Querida, por favor, deixa-me ajudar-te.
Teresa: Quem me dera, tenho estado a pedir-te ajuda o dia todo e tu não ligas nenhuma!
Carlos: Desculpa, a sério. Não me tinha apercebido. Mas faz-me um favor, lembra-te do que combinámos. Vamos rezar primeiro.
Teresa: Essa é boa!… (mas deixa que o Espírito a guie) Bem, vamos lá.
(Começam a rezar)
Carlos: Senhor, peço-te perdão. Teresa, peço-te perdão. Senhor, ajuda-me a estar mais atento à minha mulher.
Teresa: Senhor, perdoa-me por estar nervosa. Carlos, perdoa-me. Senhor, contigo posso fazer tudo. Sem ti não posso fazer nada. Ajuda-me a dar-me sem medir. Saber que posso contar com o Carlos, mesmo que às vezes não perceba como é que ele não se apercebe do que eu preciso. Obrigado por me dares esta oportunidade de crescer em mansidão e humildade.
Carlos: Senhor, obrigado por me teres dado a melhor esposa do mundo. Perdoa-me por às vezes me preocupar mais com as minhas coisas do que com ela. Obrigado Teresa por seres tão maravilhosa!
Teresa: Obrigada, Senhor. Obrigada, Carlos, tu és incrível! E agora ajuda-me, juntos, com o Senhor, conseguimos fazer tudo.
Mãe,
Por favor, ajuda-nos a ouvir verdadeiramente o teu Filho e a escutá-lo. Que o mundo não se apodere de nós. Que possamos viver colados a Ti, contigo, para fazer a Sua vontade, sempre unidos ao nosso “côn-juge”. Louvado seja o teu Filho!

Hipocrisia. Comentario para os Esposos: Lucas 11,37-41
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas 11, 37-41
Naquele tempo, depois de Jesus ter falado, um fariseu convidou-O para comer em sua casa. Jesus entrou e tomou lugar à mesa. O fariseu admirou-se, ao ver que Ele não tinha feito as abluções antes de comer. Disse-lhe o Senhor: «Vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e perversidade. Insensatos! Quem fez o interior não fez também o exterior? Dai antes de esmola o que está dentro e tudo para vós ficará limpo».
Hipocrisia.
O Senhor, que é o nosso criador, conhece o nosso coração, os nossos pensamentos mais profundos… Por isso, Ele não quer que sejamos hipócritas (como os fariseus), mas que tenhamos uma vida pura em todos os aspectos, tanto interior como exterior.
Dizem que o rosto é o espelho da alma, mas o que temos na nossa alma? Quantas vezes fazemos coisas «para aparentar» ou «para que nos vejam»? E com o nosso cônjuge? Graças à oração conjugal, vamos descobrindo e mostrando essas hipocrisias que podemos ter, para que nos ajudemos mutuamente a desvendar e assim sermos completamente transparentes um com o outro.
Transposição para a vida matrimonial
(Ao fazer a oração conjugal)
Ester: Bem, falando dos fariseus… O Senhor mostrou-me com este Evangelho que, às vezes, eu ajudo-te e espero uma recompensa, para que me digas como faço bem as coisas. Ele também me mostrou que, quando fui comprar roupas de inverno para nós e para as crianças esta manhã, não o fiz pensando no que precisamos, mas sim em como os outros nos irão ver, para parecermos uma família «modelo», daquelas que aparecem nas revistas.Peço-te, querido, que me ajudes nisso, para que eu consiga fazer as coisas apenas por amor a Deus, para agradá-Lo e servir-te a ti e aos nossos filhos.
Gonçalo: Bem, para mim também ficou claro que, às vezes, no trabalho, quero sobressair, aparecer como o primeiro e que todos saibam disso para que pensem que sou importante, mesmo que, às vezes tenha que pisar os meus colegas e faltar à caridade. Nesta oração, percebi a minha pobreza e a minha vaidade e que, se consigo alguma coisa, é apenas graças a Deus e só a Ele devo prestar contas. Vamos ajudar-nos mutuamente a não procurar essa vaidade nos nossos actos, o que achas?
Ester: Proponho que, quando um de nós fizer algo bom, o outro diga em voz alta «Glória a Deus!», assim lembrar-nos-emos de que fazemos tudo graças ao Senhor e para o Senhor, e não para nos elevarmos a nós próprios.
Gonçalo: Querida, gosto tanto de ti! Acho uma excelente ideia, glória a Deus!
Mãe,
Pedimos que nos ajudes a procurar sempre o Senhor e a fazer tudo por Ele e para Ele.
Bendita e louvada sejas para sempre!

