Arquivo mensal: Abril 2026

De que tenho fome? Comentário para os esposos: João 6,22-29

Leitura do Santo Evangelho segundo São João 6,22-29

Depois de Jesus ter saciado os cinco mil homens, os seus discípulos viram-n’O a caminhar sobre as águas.

No dia seguinte, a multidão que permanecera no outro lado do mar notou que ali só estivera um barco e que Jesus não tinha embarcado com os discípulos; estes tinham partido sozinhos. Entretanto, chegaram outros barcos de Tiberíades, perto do lugar onde eles tinham comido o pão, depois de o Senhor ter dado graças. Quando a multidão viu que nem Jesus nem os seus discípulos estavam ali, subiram todos para os barcos e foram para Cafarnaum, à procura de Jesus. Ao encontrá-l’O no outro lado do mar, disseram-Lhe: «Mestre, quando chegaste aqui?» Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: vós procurais-Me, não porque vistes milagres, mas porque comestes dos pães e ficastes saciados. Trabalhai, não tanto pela comida que se perde, mas pelo alimento que dura até à vida eterna e que o Filho do homem vos dará. A Ele é que o Pai, o próprio Deus, marcou com o seu selo». Disseram-Lhe então: «Que devemos nós fazer para praticar as obras de Deus?» Respondeu-lhes Jesus: «A obra de Deus consiste em acreditar n’Aquele que Ele enviou».

Palavra da salvação.

De que tenho fome?

O coração humano tem uma fome de infinito, porque saímos de Deus e somos chamados ao encontro com Ele. O homem pode, erradamente, tentar saciar essa fome com bens deste mundo, tanto materiais como emocionais, mas isso deixa-o sempre insatisfeito, sentindo-se vazio. No meu casamento, também posso procurar que o meu cônjuge seja esse pão que me sacia como alimento que perece. Quando o meu amor procura apenas a própria satisfação, a segurança económica, uma vida organizada, que me faça “feliz”, reduz-se a um produto de consumo e acaba por me deixar vazio.

No entanto, o alimento que perdura é a Graça de Deus. É amar o meu esposo não pelo que me dá, mas por ser um dom de Deus. Conhecendo isto e com a vontade de descobrir juntos, a cada dia, qual é o Seu Plano, também nas situações que não nos agradam, responderemos a Deus que nos amou primeiro.

Transposição para a vida matrimonial:

Carlota: Andamos toda a semana sem parar, não falamos de outra coisa que não seja a agenda dos miúdos, os problemas do trabalho, da casa…

João: Tens razão, Carlota. Sinto que, muitas vezes, procuro que me dês tranquilidade, que te ocupes da logística dos miúdos… para eu poder estar concentrado no meu trabalho, porque, no fundo, é aí que coloco a minha segurança. E peço-te perdão por isso.

Carlota: Eu também procuro, muitas vezes, que preenchas as minhas inseguranças e, quando não o fazes, fico zangada… e afastamo-nos um do outro.

João: E se pusermos isto tudo nas mãos de Deus? O Senhor deu-nos um ao outro para chegarmos juntos até Ele, não apenas para sobrevivermos ao dia a dia.

Carlota: Ótimo, querido. Estamos a aprender tanto com as catequeses de São João Paulo II. Vamos aplicá-las à nossa vida. Fazendo um pequeno esforço todos os dias e vivendo em estado de Graça, o Senhor dá-nos sempre cem vezes mais. Temos a nossa experiência e a de tantos casais que o conseguiram. A meta é o Amor com maiúscula. Estou super entusiasmada.

Mãe,

Que procuremos saciar a nossa fome acreditando. Que coloquemos toda a nossa confiança no teu Filho. Louvado seja Deus.

Entrar na Sua glória. Comentário para os esposos: Lucas 24, 13-35

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas 24, 13-35

Dois dos discípulos de Jesus iam a caminho duma aldeia chamada Emaús, que ficava a sessenta estádios de Jerusalém. Conversavam entre si sobre tudo o que tinha sucedido. Enquanto falavam e discutiam, Jesus aproximou-Se deles e pôs-Se com eles a caminho. Mas os seus olhos estavam impedidos de O reconhecerem. Ele perguntou-lhes: «Que palavras são essas que trocais entre vós pelo caminho?». Pararam, com ar muito triste, e um deles, chamado Cléofas, respondeu: «Tu és o único habitante de Jerusalém a ignorar o que lá se passou estes dias».

E Ele perguntou: «Que foi?».

Responderam-Lhe: «O que se refere a Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; e como os príncipes dos sacerdotes e os nossos chefes O entregaram para ser condenado à morte e crucificado. Nós esperávamos que fosse Ele quem havia de libertar Israel. Mas, afinal, é já o terceiro dia depois que isto aconteceu. É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos sobressaltaram: foram de madrugada ao sepulcro, não encontraram o corpo de Jesus e vieram dizer que lhes tinham aparecido uns Anjos a anunciar que Ele estava vivo. Alguns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas a Ele não O viram».

Então Jesus disse-lhes: «Homens sem inteligência e lentos de espírito para acreditar em tudo o que os profetas anunciaram! Não tinha o Messias de sofrer tudo isso para entrar na sua glória?».

Depois, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicou-lhes em todas as Escrituras o que Lhe dizia respeito.

Ao chegarem perto da aldeia para onde iam, Jesus fez menção de ir para diante.

Mas eles convenceram-n’O a ficar, dizendo: «Ficai connosco, porque o dia está a terminar e vem caindo a noite».

Jesus entrou e ficou com eles. E quando Se pôs à mesa, tomou o pão, recitou a bênção, partiu-o e entregou-lho.

Nesse momento abriram-se-lhes os olhos e reconheceram-n’O. Mas Ele desapareceu da sua presença.

Disseram então um para o outro: «Não ardia cá dentro o nosso coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?».

Partiram imediatamente de regresso a Jerusalém e encontraram reunidos os onze e os que estavam com eles, que diziam: «Na verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão».

E eles contaram o que tinha acontecido no caminho e como O tinham reconhecido ao partir o pão.

Entrar na Sua glória

Os dois caminhantes de Emaús iam desiludidos. Todas as suas esperanças de libertação tinham desaparecido, sentiam-se vencidos. Também nós, esposos, quantas vezes nos sentimos vencidos, desiludidos, sem ver saída, e o nosso entendimento fica obscurecido.

Há neste Evangelho uma frase que ressoa com força: “era necessário que o Messias sofresse tudo isso e assim entrasse na sua glória”. Era necessário cumprir a vontade do Pai até ao extremo, dar a vida na Cruz para a nossa salvação, e assim entrar na Sua glória.

Assim nos mostras com clareza: nada do que vem do mundo nos pode levar à plenitude para a qual fomos criados; essa só a alcançaremos cumprindo a Tua vontade, na realidade concreta da nossa vida, fazendo o que nos compete, com a maior perfeição possível e envolvendo tudo com amor — mesmo quando não compreendemos, mesmo quando dói.

O sofrimento no nosso matrimónio só se compreende a partir da Cruz. E só o poderemos viver alimentando-nos da Tua Palavra, lendo o Evangelho todos os dias, para que nos abras o entendimento ao plano de Deus, e com o alimento do Pão da Vida, a Eucaristia, para podermos reconhecer-Te ao nosso lado.

Transposição para a vida matrimonial

Helena: Olá, já cheguei a casa… !

Que estranho, não está ninguém. O Carlos não está em casa e já é muito tarde. Disse-me que hoje vinha cedo e que tratava do jantar.

(Helena envia uma mensagem ao seu marido, que ele não lê nem responde. No dia seguinte…)

Helena: Ora bem, bom dia! Ontem fiquei à tua espera até tarde e tu nem sinais de vida.

Carlos: Bem, Helena, desculpa, mas encontrei o Luís depois do trabalho, e já não nos víamos há tantos anos que ficámos a conversar e fez-se muito tarde…

Helena: Pois, Carlos. Eu pensei que já tinhas mudado, mas afinal era só uma miragem… Vou trabalhar.

(À tarde)

Carlos: Olá!

Helena: Olá, Carlos. Podemos falar um bocadinho com calma?

Carlos: Sim, claro.

Helena: Olha, hoje de manhã portei-me muito mal contigo e quero pedir-te perdão. Depois de ir esta tarde confessar-me e à Eucaristia, o Senhor abriu-me os olhos e vi que não agi bem contigo. Nem sequer te deixei dar uma explicação. Estava muito magoada porque não sabia nada de ti e, num dia em que precisava de ti, não estavas. Perdoa-me.

Carlos: Perdoo-te, Helena, mas eu também te quero pedir perdão. Não te liguei, não pude ajudar-te num dia em que até me tinhas pedido. Eu também fui à Eucaristia e o Senhor mostrou-me que tu és o mais importante. Desculpa, querida.

Helena: Perdoado. E então, como está o Luís?

Carlos: Está a passar por um momento difícil no casamento, e por isso ficámos tanto tempo a falar. Contei-lhe a nossa experiência e como a nossa vida mudou.

Helena: Ah, coitado… E falaste-lhe do Projeto?

Carlos: Sim, depois conto-te melhor. Mas agora vamos dar graças a Deus, que nunca nos deixa sozinhos e que fala ao nosso coração quando mais precisamos.

Helena: Claro, o mais importante — e eu até me esqueço… Obrigada, querido, e obrigada a Deus por ti.

Mãe,

Intercede junto do teu Filho para que nos acompanhe sempre no caminho, nos ensine com a Sua Palavra e nos alimente com o Seu Corpo. Bendito e louvado seja Deus!

Não temas esposo(a). Comentário para os esposos – Jo 6, 16-21

Evangelho do dia

Leitura do santo Evangelho segundo São João 6, 1621

Ao cair da tarde, os discípulos de Jesus desceram até junto do mar, subiram para um barco e seguiram para a outra margem, em direção a Cafarnaum. Já fazia escuro e Jesus ainda não tinha ido ter com eles. Como o vento soprava forte, o mar ia-se encrespando. Tendo eles remado duas e meia a três milhas, viram Jesus aproximar-Se do barco, caminhando sobre o mar e tiveram medo. Mas Jesus disse-lhes: «Sou Eu. Não temais». Quiseram então recebê-l’O no barco mas logo o barco chegou à terra para onde se dirigiam.

Não temas esposo(a)

Hoje vemos como os discípulos vivem um momento de escuridão, medo e angústia. E no meio da tempestade aparece Jesus e diz-lhes: «Sou eu, não temais». No caminho dos esposos, também há noites e tempestades. E aí somos chamados a ser a presença de Cristo um para o outro. Eu, hoje, como esposo(a), posso dizer-te: «Sou eu, não temas, querido(a) esposo(a). Sou eu que venho para te dar luz na tua escuridão. Sou eu que não me afasto quando estás ferido(a) ou caído(a), mas que me aproximo para te levantar. Sou eu que me entrego por ti, inclusive na cruz de cada dia. Sou eu… que quero caminhar contigo até ao céu.» E isto é a caridade conjugal que nós, esposos, somos chamados a viver: amar até dar a vida, morrer para nós mesmos para que o outro viva; e quando isto acontece, Cristo entra na barca… e mesmo no meio do mar agitado, o coração já começa a encontrar a margem.

Transposição para a vida matrimonial:

Pedro: Inês, preciso de te contar uma coisa… que me tem estado a atormentar há algum tempo.
Inês: Querido… senta-te aqui comigo e conta-me.
Pedro: Inês, há algum tempo que ando a arrastar uma dívida sem te contar… pensei que pudesse resolver isto sozinho, mas a situação fugiu-me de mãos.
Inês: Pedro… irrita-me que tenhas carregado com isto sozinho durante tanto tempo. Não porque haja um problema, mas porque me escondeste isto.
Pedro: Eu sei… tinha medo de te desiludir, de que perdesses a confiança em mim.
Inês: Compreendo esse medo… mas sou eu, Pedro. Olha, neste momento estou magoada, claro que sim, mas continuo aqui contigo e não me vou afastar.
Pedro: Inês, é que não sei como vamos sair desta situação…
Inês: Querido, claro que vamos sair porque vamos enfrentar isto juntos a partir de agora. O mais importante é que, com isto, aprendamos a deixar de esconder coisas um ao outro.
Pedro: Inês, sinto-me muito envergonhado por te ter metido nisto…
Inês: Olha, agora o importante não é ficarmos na vergonha… É acordarmos, encararmos isto de frente e começarmos a procurar a solução juntos.
Pedro: Obrigado, Inês, pelo teu apoio e compreensão.

Mãe,

Acompanha-nos nas adversidades do casamento e ensina-nos a confiar sempre no Teu Filho. Bendito e louvado sejas para sempre, Senhor!

A ressurreição! Comentario para esposos: João 6, 1-15

Leitura do Evangelho segundo S. João 6, 1-15

Naquele tempo, Jesus partiu para o outro lado do mar da Galileia, também chamado de Tiberíades. Seguia-O numerosa multidão, por ver os milagres que Ele realizava nos doentes. Jesus subiu a um monte e sentou-Se aí com os seus discípulos. Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. Erguendo os olhos e vendo que uma grande multidão vinha ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: «Onde havemos de comprar pão para lhes dar de comer?» Dizia isto para o experimentar, pois Ele bem sabia o que ia fazer. Respondeu-Lhe Filipe: «Duzentos denários de pão não chegam para dar um bocadinho a cada um». Disse-Lhe um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro: «Está aqui um rapazito que tem cinco pães de cevada e dois peixes. Mas que é isso para tanta gente?» Jesus respondeu: «Mandai-os sentar». Havia muita erva naquele lugar e os homens sentaram-se em número de uns cinco mil. Então, Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, fazendo o mesmo com os peixes; e comeram quanto quiseram. Quando ficaram saciados, Jesus disse aos discípulos: «Recolhei os bocados que sobraram, para que nada se perca». Recolheram-nos e encheram doze cestos com os bocados dos cinco pães de cevada que sobraram aos que tinham comido. Quando viram o milagre que Jesus fizera, aqueles homens começaram a dizer: «Este é, na verdade, o Profeta que estava para vir ao mundo». Mas Jesus, sabendo que viriam buscá-l’O para O fazerem rei, retirou-Se novamente, sozinho, para o monte.

A ressurreição! 

Mais uma vez, Jesus junta-se aos seus discípulos e entra em diálogo com eles, e pergunta a Filipe. Filipe responde-lhe: «Duzentos denários de pão não chegam para que cada um receba um pedaço»

Quantas vezes, no meu casamento, passo por uma provação: o Senhor procura-nos e nós respondemos com critérios humanos; o Senhor procura-nos para que vejamos o sentido sobrenatural, para que respondamos como Ele fez, passando pela Cruz, e, no entanto, respondemos com as nossas razões e os nossos critérios.

O Senhor procura-nos para que encontremos o sentido sobrenatural e respondamos como Ele fez, aceitando a Cruz; contudo, insistimos em responder com base nas nossas próprias razões e critérios.

Ao unir-me a Ele nesta provação, por mais insignificante que pareça, e ao entregá-la nas Suas mãos sem resistência, tornarei possível o milagre da Ressurreição: no meu coração, na minha vida conjugal, na minha família e em tudo o que me rodeia.

 

Transposição para a vida matrimonial: 

Maria: José, é incrível que, desde que estás neste outro trabalho a meio tempo, tudo tem sido uma bênção.

José: É verdade, Maria. Lembras-te de quando me despediram daquela multinacional do cargo de diretor-geral e me pareceu o fim do mundo?

Maria: Sim, mas o Senhor foi-te mostrando que a demissão serviu para que tivesses mais tempo comigo, com a família… e depois deu-te este outro trabalho maravilhoso.

José: É verdade que sim. E este trabalho permite-me estar contigo e, aos fins de semana, fazer planos em família… É incrível quando nos deixamos guiar pelo Senhor e O deixamos fazer parte da nossa vida, nas provações (na Cruz). Ele renova tudo.

Maria: Adoro a forma como falas do Senhor e da Cruz.

José: Até eu próprio me surpreendo! Quem diria há uns dois anos… E tudo graças à tua perseverança na oração e em ir à adoração!

Maria: E à tua docilidade, José!!

 

Mãe,

Concede-nos a Graça de acolher o teu Filho na dor, como tu o fizeste, para que possamos participar na glória da ressurreição. Bendito seja o Senhor!

 

Chamados a ser testemunhas. Comentário para os esposos: João 3, 31-36

Leitura do Santo Evangelho segundo S. João 3, 31-36
 Aquele que vem do Alto está acima de tudo. Quem é da terra à terra pertence e fala da terra. Aquele que vem do Céu está acima de tudo e dá testemunho daquilo que viu e ouviu, mas ninguém aceita o seu testemunho. Quem aceita o seu testemunho reconhece que Deus é verdadeiro; pois aquele que Deus enviou transmite as palavras de Deus, porque dá o Espírito sem medida. O Pai ama o Filho e tudo põe na sua mão. Quem crê no Filho tem a vida eterna; quem se nega a crer no Filho não verá a vida, mas sobre ele pesa a ira de Deus.

Chamados a ser testemunhas.

Nesta Páscoa somos chamados a ser testemunhas da ação de Deus nos nossos corações, nas nossas vidas e no nosso matrimónio e família. Deus é um Pai misericordioso que, por meio de Jesus Cristo, seu Filho unigénito, nos redimiu na cruz e, ao ressuscitar, nos deu a vida eterna. Se fomos transformados pela Sua graça, urge‑nos dar testemunho. Somos enviados por Deus, dois a dois, para anunciar a boa nova: Jesus ressuscitou e envia‑nos o Espírito Santo para que possamos viver como filhos amados do Pai. Somos herdeiros da vida eterna!

Transposição para a vida Matrimonial
 
Luís: Esta Semana Santa vivemo‑la intensamente, não foi?
Lúcia: Sim, realmente foi uma bênção poder vivê‑la em comunidade e tão em oração, acompanhando cada acontecimento com o Senhor. Partilhando a Sua dor e também a alegria da Sua ressurreição.
Luís: Foi uma bênção, e isso tem de se notar em nós. Temos de ser testemunhas do grande amor que Deus nos tem.
Lúcia: Sim, que todos o descubram e vivam com a alegria de saber que Deus nos ama e está vivo. Assim, a vida é muito mais bela.
Luís: Sem dúvida, e ninguém se pode perder isto. Vamos a isso.
Lúcia: Vamos a isso!

Mãe

Obrigada pelo teu “sim”, que nos deu Jesus e, com Ele, a vida eterna.
Bendita sejas, Mãe!