Arquivo mensal: Janeiro 2026

A chamada. Comentário para os esposos: Mc 2,13-17

Evangelho do dia
Leitura do santo Evangelho segundo São Marcos 2, 13-17
Naquele tempo, Jesus saiu de novo para a beira-mar. A multidão veio ao seu encontro, e Ele começou a ensinar a todos. Ao passar, viu Levi, filho de Alfeu, sentado no posto de cobrança, e disse-lhe: «Segue-me». Ele levantou-se e seguiu Jesus. Encontrando-Se Jesus à mesa em casa de Levi, muitos publicanos e pecadores estavam também à mesa com Jesus e os seus discípulos, pois eram muitos os que O seguiam. Os escribas do partido dos fariseus, ao verem-n’O comer com os pecadores e os publicanos, diziam aos discípulos: «Por que motivo é que Ele come com publicanos e pecadores?». Jesus ouviu e respondeu-lhes: «Não são os que têm saúde que precisam do médico, mas os que estão doentes. Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores».

A chamada

Hoje vemos a chamada de Jesus a Mateus, tal como há alguns dias o Evangelho nos mostrava a chamada a Pedro e André, e a Tiago e João, enquanto estavam nas suas tarefas diárias: uns a lançar as redes ao mar, outros a limpá-las, Mateus no posto de cobrança. A todos eles o Senhor escolhe. Ele toma a iniciativa, prepara o caminho, vai ao seu encontro e convida-os a segui-l’O, sem Se assustar com o estado em que se encontram, porque veio para curar os doentes, para nos salvar.
O Senhor escolheu cada um de nós e encontra-nos na nossa realidade quotidiana. Ele não olha para como estamos agora, mas para aquilo a que somos chamados. Depende de nós estarmos atentos e abertos à Sua chamada e responder, deixando para trás os nossos apegos para O seguir imediatamente, como os discípulos; ou colocando condições, como aqueles que disseram: “deixa-me primeiro ir sepultar o meu pai” ou “deixa-me despedir-me dos de minha casa”. Agarraram-se aos seus apegos e não conseguiram seguir Jesus.
Esposos, estamos atentos para reconhecer a chamada de Deus e dispostos a segui-l’O, a desprender-nos dos nossos apegos? Porque, para seguir verdadeiramente o Senhor na nossa vocação matrimonial, é preciso estarmos realmente dispostos a deixar tudo para nos entregarmos completamente a Deus, entregando-nos de corpo e alma à pessoa que Ele colocou ao nosso lado e ao cumprimento da nossa missão: representar o Amor trinitário de Deus neste mundo e colaborar na salvação do nosso cônjuge. Há algo mais belo? Há algum plano melhor? Então, atentos à Sua chamada e… à missão!

Transposição para a vida matrimonial

Francisco: Olha, o Pedro ligou-me e disse-me que já têm data para o próximo retiro e que estão à procura de equipa; perguntou-me se podíamos ir nós. O que achas?
M.ª das Dores: Nós outra vez?… Francisco, já estivemos no último há só quatro meses… lembra-te que foi uma confusão… organizar os miúdos para todo o fim de semana, os meus pais… além disso, agora que estamos tão bem os dois… era melhor aproveitarmos para fazer um programa em família.
Francisco: Sim, isso está muito bem, e podemos fazê-lo noutro fim de semana qualquer, mas chamaram-nos para este retiro… depois do que recebemos, acho que agora é a nossa vez de ajudar e não de nos acomodarmos.
M.ª das Dores: Sim, é verdade que é preciso ajudar, mas outra vez nós?
Francisco: E lembra-te de como nos fez bem; percebemos coisas que não tínhamos visto durante o nosso próprio retiro… e a alegria de ver outros casais descobrirem a beleza do seu Sacramento…
M.ª das Dores: Ai, Francisco… é que me dá preguiça sair… estamos tão bem agora…
Francisco: Já sabes o ditado… “Camarão que dorme, a maré leva”.
M.ª das Dores: (risos) Tens razão. Se nos acomodamos, recuamos.
Francisco: Já nos tinham dito: quem não constrói, destrói.
M.ª das Dores: Dou graças a Deus por ti, por puxares por mim e me tirares da minha comodidade. Gosto imenso de ti.

Mãe,

Ensina-nos a estar sempre atentos à chamada de Deus, como Tu estiveste, e dispostos a segui-l’O e a cumprir a Sua vontade. Bendita e gloriosa sejas, Mãe! Louvado seja para sempre o Senhor!


Pela fé. Comentário para os esposos: Mc 2, 1-12

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos Mc 2, 1-12

Quando Jesus entrou de novo em Cafarnaum e se soube que Ele estava em casa, juntaram-se tantas
pessoas que já não cabiam sequer em frente da porta; e Jesus começou a pregar lhes a palavra.
Trouxeram-Lhe um paralítico, transportado por quatro homens; e, como não podiam levá-lo até
junto d’Ele, devido à multidão, descobriram o tecto, por cima do lugar onde Ele Se encontrava
e, feita assim uma abertura, desceram a enxerga em que jazia o paralítico. Ao ver a fé daquela
gente, Jesus disse ao paralítico: «Filho, os teus pecados estão perdoados». Estavam ali sentados
alguns escribas, que assim discorriam em seus corações: «Porque fala Ele deste modo? Está a
blasfemar. Não é só Deus que pode perdoar os pecados?». Jesus, percebendo o que eles
estavam a pensar, perguntou-lhes: «Porque pensais assim nos vossos corações? Que é mais
fácil? Dizer ao paralítico ‘Os teus pecados estão perdoados’ ou dizer ‘Levanta-te, toma a tua
enxerga e anda’? Pois bem. Para saberdes que o Filho do homem tem na terra o poder de perdoar
os pecados, ‘Eu te ordeno – disse Ele ao paralítico – levanta-te, toma a tua enxerga e vai para
casa’». O homem levantou-se, tomou a enxerga e saiu diante de toda a gente, de modo que todos
ficaram maravilhados e glorificavam a Deus, dizendo: «Nunca vimos coisa assim».

Pela fé

O Senhor cura o paralítico do seu mal físico e espiritual pela fé das quatro pessoas que o
carregavam. Seríamos capazes de fazer isso por um casamento em crise?
A importância da fé é tal que o Senhor nos ensina, no Evangelho, que se tivéssemos a
dimensão de um grão de mostarda, seríamos capazes de mover montanhas.
Só temos de confiar Nele e dar o nosso pouco para que Ele possa fazer o Seu Tudo, em nós e em
tantos casais e famílias em dificuldades que temos à nossa volta. Senhor, aumenta a nossa fé!

Transposição para a vida matrimonial:

Pedro: Olha, Lúcia, os responsáveis pela Caridade Diocesana ligaram-me. Propuseram que
acompanhássemos um casal que está a precisar de tutores.
Lúcia: O que lhe disseste?
Pedro: Que eu precisava de falar contigo e que responderíamos depois de rezarmos. Insistiram
um pouco, dizendo que recebemos muito e que já há algum tempo nos preparamos na Escola
Nazaré com uma boa formação; que confiam que, com a ajuda de Deus, poderemos fazê-lo.
Lúcia: Bem, vamos colocar isso em oração, a verdade é que dá um pouco de medo.
(Após a oração conjugal)
Lúcia: O Senhor mostrou-me tudo o que fez no nosso casamento através do Projeto Amor
Conjugal. É uma alegria contemplar a nossa evolução nestes anos desde que fizemos o retiro
e, o mais importante, começámos a formação com as catequeses de São João Paulo. Tenho isso
claro.
Pedro: É muito o bem que podemos fazer partilhando este tesouro, Ele também me
mostrou isso, então, vamos dar o passo?
Lúcia: Vamos em frente! Confiemos no Senhor, que com o nosso pouco fará grandes obras.


Mãe,

Tu és o nosso modelo e guia na fé. Não desvies o teu olhar de nós e leva-nos pela tua mão até Ele.
Bendito e louvado seja o Senhor!


Na saúde e na doença. Comentário para os esposos: Marcos 1, 29-39

Evangelho do dia

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos 1, 29-39

Naquele tempo, Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, a casa de Simão e André. A sogra de Simão estava de cama com febre e logo Lhe falaram dela. Jesus aproximou-Se, tomou-a pela mão e levantou-a. A febre deixou-a e ela começou a servi-los. Ao cair da tarde, já depois do sol-posto, trouxeram-Lhe todos os doentes e possessos e a cidade inteira ficou reunida diante da porta. Jesus curou muitas pessoas, que eram atormentadas por várias doenças, e expulsou muitos demónios. Mas não deixava que os demónios falassem, porque sabiam quem Ele era. De manhã, muito cedo, levantou-Se e saiu. Retirou-Se para um sítio ermo e aí começou a orar. Simão e os companheiros foram à procura d’Ele e, quando O encontraram, disseram-Lhe: «Todos Te procuram». Ele respondeu-lhes: «Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas, a fim de pregar aí também, porque foi para isso que Eu vim». E foi por toda a Galileia, pregando nas sinagogas e expulsando os demónios.

Na saúde e na doença.

O tempo do Natal terminou e esta semana começou o tempo comum. A pedagogia da Igreja, ao iniciar este tempo litúrgico, conduz-nos com os evangelhos à origem da vida cristã; na segunda-feira, Jesus convida-nos a segui-lo. Na terça-feira, descobrimos que Jesus ensina com autoridade e liberta do mal. Hoje e nos dias seguintes, vemos como Ele entra na nossa vida quotidiana e nos cura.

A vida cristã começa quando nos deixamos amar e curar por Jesus e continua quando gastamos esse amor recebido amando e servindo os outros. «A febre passou e ela começou a servi-los». A saúde foi-nos dada para a entregarmos, para a empregarmos ao serviço de Cristo e do próximo, começando, no nosso caso, pelo nosso cônjuge, filhos… Quando somos tocados pelo Senhor, aprendemos que a vida se vive dando-se, não gardando-se.

Se o mais importante fosse ter saúde, estaríamos todos condenados à infelicidade, porque, mais cedo ou mais tarde, a saúde perde-se. Mas se o que importa é servir e amar a Deus, então a saúde serve para ser gasta e a doença para ser oferecida junto à cruz e salvar com ela as almas. Assim, na saúde e na doença, podemos sempre entregar-nos e podemos sempre amar.

Transposição para a Vida Matrimonial

Rosa: Já viste como estão a Marta e o Luís? Cada vez que falamos com eles, parece que se entendem menos, sempre a criticar-se um ao outro, a culpar-se mutuamente pelo que cada um faz ou deixa de fazer, não se valorizam… Temos de rezar por eles, porque estão cada vez mais distantes um do outro.

Paulo: É verdade, que dor! Acho que, além de muita oração e sacrifícios da nossa parte, seria bom se nos aproximássemos deles, estivéssemos com eles, os ouvíssemos… como Jesus na casa de Pedro, que se aproximou daquele que estava a sofrer e lhe deu a mão.

Rosa: Sim, estar próximo… embora confesse que às vezes não sei o que lhes dizer.

Paulo: Vamos lá! Talvez esta presença próxima possa ajudá-los mais do que mil palavras. No caminho, rezamos um terço e colocamos a situação nas mãos de Nossa Senhora, Ela sabe.

Mãe,

O nosso coração está ferido e damos graças porque, em cada comunhão, Jesus se aproxima para nos tocar e curar. Como precisamos da sua proximidade! Obrigado por nos trazeres Jesus.  Bendita e louvada sejas para sempre!

 

Cala-te! Comentário para os esposos: Marcos 1, 21-28

Evangelho do día

Leitura do santo Evangelho segundo S. Marcos 1, 21-28

Jesus chegou a Cafarnaum e quando, no sábado seguinte, entrou na sinagoga e começou a ensinar, todos se maravilhavam com a sua doutrina, porque os ensinava com autoridade e não como os escribas. Encontrava-se na sinagoga um homem com um espírito impuro, que começou a gritar: «Que tens Tu a ver connosco, Jesus Nazareno? Vieste para nos perder? Sei quem Tu és: o Santo de Deus». Jesus repreendeu-o, dizendo: «Cala-te e sai desse homem». O espírito impuro, agitando-o violentamente, soltou um forte grito e saiu dele. Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros: «Que vem a ser isto? Uma nova doutrina, com tal autoridade, que até manda nos espíritos impuros e eles obedecem-Lhe!». E logo a fama de Jesus se divulgou por toda a parte, em toda a região da Galileia.

Cala-te!

Lembram-se de ter ouvido isto?: «Se não vais dizer nada de bom, é melhor ficares calado». Quantas vezes lançámos pela boca palavras que, como flechas envenenadas, se cravam no coração do cônjuge? Talvez silenciemos a consciência com um: «Eu disse-lhe a verdade»; mas também era verdade o que aquele demónio dizia sobre Jesus, e Ele silenciou-o.
Porquê? Porque a verdade nunca pode andar separada do amor. O que o leva a gritar essa verdade? Examina o teu coração. Se não é o amor que te move, deixa Jesus silenciar-te! Trava as tuas paixões, amarra o julgamento, submete a tua vontade, mas não uses a verdade para ferir, mas para amar, pois Jesus é a verdade. E quando te vires nessa tentação, chama-O! Invoca o seu Santo Nome, reza devagar um Pai Nosso, com todo o coração pedindo ajuda; deixa que Jesus expulse de ti esse demónio que te leva a usar a verdade para ferir e não para construir, e coloca-a ao serviço de Deus. Então, se sustentado pela graça, conseguires submeter a língua, descobrirás que, num momento como esse, a maior força estava em conseguir calar e não em falar. Se, mesmo assim, acabares por cair, não tenhas medo de te olhar com verdade. Não te escondas nem te defendas. Apresenta ao Senhor a tua fragilidade, reconhece com simplicidade a tua falta e pede perdão ao teu esposo/ à tua esposa e a Deus, com um coração contrito, pois Deus nunca o despreza. Além disso, fará com que cresças em humildade. O amor aproveita tudo!

Transposição para a vida matrimonial

Mariana e Gonçalo acabaram de voltar de um retiro que coordenaram no fim-de-semana. Durante a oração conjugal já em casa:

Gonçalo: Mariana, acho que, durante o retiro, exagerei mais uma vez no assunto da pontualidade. Sei que também percebeste, apesar de não me teres dito nada… Tenho ainda tanto que melhorar!

Mariana: Gonçalo, estamos todos a crescer, mas neste campo tens feito progressos notáveis. Para começar, reconheces o teu erro. Acabaste de dar esse primeiro passo, que é essencial para a mudança.

Gonçalo… (tom triste). Não somos nada…

Mariana: Pois não somos nada mesmo. Às vezes é simplesmente uma questão de ordem… a intenção é boa, mas pelo caminho às vezes desviamo-nos. O que importa é que tu queres fazer as coisas bem para Deus.

Gonçalo: Tu és mesmo bonita.

Mariana: Bem, até há pouco tempo, eu teria usado essa tua atitude para te repreender, para criticar-te, para te atacar e fazer-te sentir a tua fraqueza… enfim… que grandes obras faz Deus nos nossos corações.

Gonçalo: Nada é impossível a Deus.

Mariana: Glória a Deus, querido marido, glória a Deus!

Mãe,

Ensina-nos a ser como Tu e guardar silêncio no coração, para que seja Deus quem fale e não nós. Louvados sejam os Sagrados Corações de Jesus e Maria!


Quais são as tuas redes? Comentário para os esposos: Marcos 14-20

Evangelho do dia

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos 14-20

Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia e começou a proclamar o Evangelho de Deus, dizendo: «Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho». Caminhando junto ao mar da Galileia, viu Simão e seu irmão André, que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores. Disse-lhes Jesus: «Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens». Eles deixaram logo as redes e seguiram-n’O. Um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam no barco a consertar as redes; e chamou-os. Eles deixaram logo seu pai Zebedeu no barco com os assalariados e seguiram Jesus.

 

Quais são as tuas redes?

Jesus começa por dizer: “Cumpriu-se o tempo e o Reino de Deus está próximo”. No casamento, por vezes caímos na armadilha de esperar “tempos melhores” ou de sentir saudades de “tempos passados”. O casamento não é uma meta a atingir, mas um sacramento vivo onde Deus habita no tempo presente do marido e da mulher.

A conversão a que Jesus nos chama não é um simples “portar-se bem”; é a redenção do olhar, a redenção do coração. É passar de ver o cônjuge como alguém que “deve satisfazer-me” para o ver como um “dom” pensado por Deus desde a eternidade. Converter-nos para que, no nosso coração, cresça a pureza de intenção para com o nosso marido ou a nossa mulher.

Os apóstolos deixaram as suas redes para seguir Jesus. No casamento, as “redes” representam tudo aquilo que nos prende e nos impede de estar plenamente presentes. Por vezes, as redes são o excesso de trabalho, o uso desmedido do telemóvel ou os apegos à família de origem que não permitem que a nova família cresça. Seguir Jesus na vocação matrimonial implica “largar” para poder “abraçar” o projecto de amor que Deus tem pensado para o casal.

Transposição  para a vida matrimonial:

Helena e Carlos. Levam uma semana tensa, cheia de compromissos profissionais, e mal se têm olhado nos olhos. Uma noite, depois de deitar as crianças…

Helena: Carlos, amanhã tenho de entrar mais cedo no escritório, por isso não vou conseguir ajudar com o pequeno-almoço. Estou atrapalhada com este relatório.

Carlos: Helena, o Evangelho da Missa dizia-me hoje que este é o tempo de deixar as redes e seguir Jesus. Sinto que as nossas “redes”, neste momento, são estes ecrãs. Estão a prender-nos e a afastar-nos um do outro.

Helena: Eu sei, mas se não terminar isto, sinto-me insegura. São as minhas redes, dão-me sustento, mas tens razão: estão a sufocar-me e a afastar-nos.

Carlos: Jesus chamou os pescadores no meio do seu trabalho, não quando estavam a descansar. Está a chamar-nos agora, no meio deste cansaço. Proponho-te uma “conversão”: deixamos o trabalho por hoje. Jantamos algo simples e rezamos juntos, partilhando o que o Evangelho nos diz. A nossa união é mais importante do que esse relatório.

Helena: Tens razão. “Deixar as redes”, hoje, significa deixar de me preocupar com o que pensam no escritório e ocupar-me em construir essa intimidade comum, que cresce cada vez que partilhamos a oração.

Mãe,

Ajuda-nos a priorizar o amor e a presença de Deus no nosso lar.

Louvado seja Deus!